4 de fevereiro de 2010

TAC Stark 2010 (Test-Drive)

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A De Gennaro Motors teve o prazer de realizar um breve test-drive na nova atração do setor 4X4, o TAC Stark 2010.

Nos primeiros quilômetros que começamos a andar com o Stark, notamos que o jipe possui um comportamento próximo de um carro de passeio, oferecendo toda a agilidade, praticidade e conforto durante a sua condução. Para ajudar na redução do peso, a TAC optou em utilizar fibra de vidro e plástico automotivo na construção da carroceria.

Na parte interna do Stark, todos os comandos estão muito bem posicionados, oferecendo conforto aos ocupantes. De série o jipe vem equipado com ar, direção hidráulica, trio elétrico, desembaçador traseiro e bancos em couro.

O motor FPT 2.3L Turbo Diesel Intercooler Eletrônico Commom Rail, possui (127 CV/3600) rpm e torque líquido máximo de (300Nm/1800rpm). O câmbio é manual de 5 velocidades da EATON, diferenciais DANA 44.3 e tração 4X4 com reduzida da BorgWagner, que é acionada manualmente através de uma alavanca no interior do jipe.

A estabilidade é um dos pontos fortes do Stark, graças ao moderno sistema de suspensão independente nas quatro rodas que é composto por duas molas e dois amortecedores em cada roda, proporcionado um resultado superior em terrenos acidentados. Este sistema de suspensão ajudou também a diminuir os balanços e trepidações internas do jipe, oferecendo conforto aos ocupantes. A altura e a posição de guiar proporcionam ao condutor uma visão exterior ampla.

Pelo breve tempo que passamos com o Stark, podemos concluir que o jipe possui ótimos resultados para atender tanto o mercado do consumidor que vai utilizar ele no setor fora de estrada quanto no uso urbano.

Agradecemos a TAC (Tecnologia Automotiva Catarinense) por ter cedido o Stark 2010 para o test-drive.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.
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Fotos: Fernando A. De Gennaro

26 de janeiro de 2010

Mercedes-Benz 280 SL 1970 (Pagoda)

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Na década de 60, a Mercedes-Benz queria projetar um novo modelo, para substituir o lendário esportivo 300 SL, mais conhecido como “Asa de Gaivota”.

Em março de 1963, a marca alemã apresentava no Salão do Automóvel de Genebra, o Mercedes-Benz 230 SL. Um esportivo de linhas retas e com design moderno, que tinha como diferencial o teto rígido que podia ser removido, se transformando em um legitimo conversível. Outra opção seria usar a capota manual de lona.

Em 1967, a Mercedes-Benz lança a versão 250 SL com 150 CV, que possuía 2 kgfm há mais, que a versão anterior, totalizando em 22 kgfm. Está versão ficou por pouco tempo no mercado e logo foi substituída pela 280 SL que tinha um novo propulsor.

A versão 280 SL chegava ao mercado, com um novo motor de 2.8 litros, seis cilindros em linha com injeção eletrônica direta, que rendia 170 CV e 24, kgfm. Havia três opções de câmbio, começando pelo manual de 4 ou 5 marchas e o automático de 3 marchas.

Um item que não podemos deixar de comentar sobre á 230, 250 e 280 é o apelido “Pagoda” que esses modelos receberam na época. A justificativa deste nome está no teto rígido que possui um pequeno afundamento na parte central e este detalhe é semelhante aos telhados das construções chinesas que se chamam Pagodes.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.

Fotos: Fernando A. De Gennaro

20 de janeiro de 2010

Chevrolet C-10 1973

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A Chevrolet C-10 foi projetada especialmente para o trabalho árduo e pesado. Logo agradou principalmente os agricultores e fazendeiros.
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Alguns anos após o seu lançamento a C-10 conquistou também os grandes centros urbanos, principalmente a cidade de São Paulo, pois a pick-up mostrou ser muito resistente no transporte de cargas pesadas. Outro fato que não podemos esquecer era o baixo custo de manutenção.

O interior da C-10 é espartano, porém prático e funcional. No painel encontramos os instrumentos essenciais para a locomoção do veículo como, o velocímetro, pressão do óleo e combustível. Como a direção é um pouco pesada, o volante de raio grande ajuda a realizar as manobras e o banco inteiriço carrega tranquilamente três adultos.

Pesando 2.270 kg, o rodar da C-10 é macio devido à suspensão independente na frente com eixo rígido atrás. O conjunto mecânico é composto por um motor 4.3 (151 CV) de seis cilindros em linha, movido a gasolina e câmbio manual de três velocidades na coluna.

Esta Chevrolet C-10 1973 foi toda restaurada dentro dos padrões originais de fábrica. Foram dois anos e meio para a realização completa da restauração. No começo o proprietário teve um pouco de dificuldade para encontrar algumas informações e peças do exemplar, mas aos poucos todos os detalhes foram encontrados e hoje ela rouba a atenção pelas ruas paulistanas devido a sua originalidade.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.
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Fotos: Fernando A. De Gennaro

12 de janeiro de 2010

Ford Thunderbird 1956

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Um veículo elegante, simpático e atraente. Assim podemos classificar o Ford Thunderbird da década de 50.

Lançado em outubro de 1954, saindo como modelo 1955, a Ford denominou o Thunderbird como “um carro pessoal de alto desempenho” e não como um puro esportivo. O foco principal da Ford em cima do Thunderbird era unir o conforto com a estética do veículo.

O Ford Thunderbird possui duas opções de capota, sendo a rígida feita em fibra de vidro e a de lona, que fica guardada atrás do banco. A outra opção que o proprietário tem, seria deixar o veículo no estilo roadster, sem a utilização de ambas as capotas.

Em 1956 o Thunderbird chegava com algumas novidades que mais tarde foi muito valorizada por colecionadores. As maiores mudanças estavam no novo teto rígido, sendo opcional o vidro na lateral da capota em conjunto com o kit continental que se tratava da instalação do estepe sobressalente, apoiado no pára-choque traseiro oferecendo elegância e charme ao veículo. As portas também receberam uma novidade, o quebra-vento não possuía mais a moldura, facilitando asim a utilização.

Mesmo com o enorme sucesso de vendas do Thunderbird, a Ford sabia que não poderia parar de evoluir e logo tratou de oferecer outras opções de motorização, sendo todos V8. O básico de 292 tinha 202 CV, o opcional de 312 que rendia 215 CV com câmbio manual e 225 CV com o automático Ford-o-Matic.
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Vale lembrar que o nome Thunderbird continua fazendo sucesso nos EUA. Após passar por diversas modificações, a Ford continua produzindo o Thunderbird, porém todo renovado e acompanhando a tendência do mercado automotivo atual.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.
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Fotos: Fernando A. De Gennaro

21 de dezembro de 2009

(NewTrack) - Ford Shelby Cobra 2008

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O Shelby Cobra foi criado por Carrol Shelby, que foi um piloto de carros de corrida e projetista. Segundo a lenda, Carroll Shelby sempre deixava um lápis e papel próximo à cama, no caso de ter uma inspiração durante a noite. Ele sempre sonhava em construir seu próprio carro esportivo e no qual levaria seu nome.

Caroll Shelby começou a competir em 1952. Em 1959, foi o vencedor das 24 horas de Le Mans com um Aston Martin. Mais tarde, ele viria a destacar-se ao volante do roadster Cobra, cuja versão mais competitiva entraria na história como Shelby Cobra.

Quando o piloto texano começou a ficar conhecido por seu trabalho, a Ford pediu-lhe para Carrol Shelby desenvolver uma versão mais que esportiva do Ford Mustang, que mais tarde se chamou GT 350 em 1965. Final da década de 60, Caroll Shelby integrou a equipe de pilotos que a Ford mobilizou nos anos em que dominou as 24 Horas de Le Mans com o GT, assim começou a carreira de Carrol no automobilismo.

O Shelby Cobra se destaca pelas formas arredondas da lateral. A enorme entrada de ar na frente inspirada na boca de uma serpente, foi um dos motivos para o esportivo utilizar o nome Cobra. Na traseira podemos observar a roda de tala larga, alargando uma parte do pára-lama.

Em 2006, o Discovery Channel produziu para o programa Rides, um documentário especial sobre Carrol Shelby, onde o grande destaque foi o Shelby Cobra da decada de 60 que ele possui até hoje.

Carrol disse no documentário que o esportivo é para poucos ! Pois não é um veículo fácil de pilotar, principalmente em condições extremas, como era na época em que ele competia. Ele salienta que não havia nenhum tipo de tecnologia, muito menos controle de tração, para facilitar a dirigibilidade do bólido esportivo.

Nas décadas de 60 e 70 o sucesso que este esportivo fez foi muito grande, tanto que hoje aqui no Brasil e nos EUA, varias empresas trabalham na recriação do modelo Shelby Cobra.

Aqui no Brasil podemos destacar a NewTrack. O modelo original era produzido em alumínio para a redução do peso. Neste caso a NewTrack utiliza a fibra de vidro, proporcionando leveza e resistência . A mecânica deste Cobra é composta por um Ford 302 com injeção Holley BI-JET com cerca de 250 CV em conjunto com um câmbio manual de 4 marchas.

Este Cobra está equipado com rodas Halibranb originais de cubo rápido e pneus Toyo 295/50 R15. Hoje você pode montar um esportivo deste ao seu gosto, escolhendo desde a cor externa ate o acabamento interno e a motorização, fora os inúmeros acessórios que você encontra no mercado, principalmente nos EUA.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.
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Fotos: Fernando A. De Gennaro

15 de dezembro de 2009

Alfa Romeo 156 1999

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Em 1993 a Alfa Romeo decidiu que era hora de projetar um sucessor para o modelo Alfa 155.

Existiam três projetos na mesa, sendo um do Studio Pininfarina, outro do Studio Italdesign e o Centro Stile, que é um departamento de design da própria Alfa Romeo. O estúdio escolhido para realizar o projeto acabou sendo o da própria marca.

Finalmente, após passar por difíceis situações financeiras durante o projeto, no dia 09 de outubro de 1997 durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, a Alfa Romeo apresentou ao público seu novo modelo, o Alfa 156. Um ano após de seu lançamento, o Alfa 156 recebeu um prêmio, onde foi considerado o melhor carro do ano na Europa.

Podemos perceber que o Alfa 156 traz toda a tradição esportiva da Alfa Romeo, incorporando elementos clássicos em um sedan absolutamente moderno e original. O modelo 156 se tornou o carro de maior sucesso comercial da Alfa Romeo de todos os tempos.

O desenho e o caráter são inigualáveis para um veículo quatro portas, graças ao design da lateral e das superfícies que formam a parte inferior do carro: compacto, baixo e elegante.

A presença das maçanetas é evidente apenas nas portas da frente, assim, as portas de trás tendem, visualmente a desaparecer. O espaço é de um sedan: amplo, acolhedor e confortável. Mas o desenho é de um coupe: ousado, agressivo e potente na estrada com um ótimo desempenho.

Na parte interna encontramos todos os elementos de tradição da Alfa Romeo incorporado ao projeto que oferece condições perfeitas para o motorista e muito conforto para os passageiros. O resultado final é inigualável. Esportividade, segurança, conforto e acima de tudo, o máximo prazer de dirigir.

Aqui no Brasil, o Alfa 156 chegou em 1998, um ano após o seu lançamento no mercado europeu. Inicialmente o modelo estava disponível apenas em uma opção de motorização, sendo o 2.0 16V TwinSpark que rendia 153 CV. Em 2002 a marca começou a importar o modelo Alfa 156 com motor 2.5 V6 de 193 CV.

O câmbio podia ser manual de 5 ou 6 velocidades (no modelo V6). O silêncio ao rodar no veículo é garantido graças à concepção do motor e da embreagem que utilizam materiais anti-ruído em conjunto com as técnicas de montagem da carroceria.

Este Alfa 156 da matéria é a versão Elegance 2.0 16V TwinSpark, sendo uma das 20 unidades que a Alfa Romeo trouxe ao Brasil neste tom de cor, chamado Azzurro Fantasia. As rodas aro 17 são do Alfa Romeo Brera (único jogo de rodas no Brasil) em conjunto com os pneus 215/45-R17. Deste modo o Alfa 156 esbanja toda a exclusividade de um autêntico Cuore Sportivo.

Um abraço, Fernando A. De Gennaro.
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Fotos: Fernando A. De Gennaro